No dia 6 de setembro de 2026, por volta das 15h51, a equipe da Guarda Municipal recebeu, por meio do telefone emergencial 153, uma denúncia anônima informando que o indivíduo A.S.R., de 25 anos, o qual havia mandado de prisão em aberto, estaria no interior de sua residência, localizada no bairro Vila Miralda.
Diante das informações, a equipe deslocou-se até o endereço indicado, sendo adotada uma estratégia para possível rota de fuga, considerando que o indivíduo já havia fugido de outras guarnições naquele local.
No endereço, um dos realizou contato com a esposa do suspeito, identificada pelas iniciais J.N.N., a qual informou que ele não se encontrava na residência e declarou que não autorizaria a entrada dos agentes no imóvel. Mesmo após ser informada de que a equipe havia recebido uma denúncia de que o indivíduo estaria no interior da residência, a mulher manteve sua negativa quanto à entrada dos agentes.
Naquele momento, o jovem saiu da residência por meio de uma janela lateral, acessando o quintal do imóvel vizinho. O proprietário do segundo imóvel autorizou a entrada do agente e abriu o portão para que fosse realizada a averiguação.
Um dos GCM, que se encontrava na parte dos fundos do imóvel, visualizou o fugitivo e emitiu diversas ordens de parada, as quais não foram obedecidas. O indivíduo, ciente de sua condição de foragido da Justiça, empreendeu fuga em direção a um segundo muro, que dava acesso a outros imóveis.
Durante a fuga, o autor colocou a mão direita no interior da bermuda que trajava, fazendo menção de estar portando uma arma de fogo.
Diante da situação, os agentes interpretaram que ele poderia estar portando uma arma de fogo, sendo necessário o disparo do dispositivo de incapacitação neuromuscular Taser 10, com o objetivo de contê-lo e interromper sua tentativa de fuga.
Após a incapacitação, o indivíduo ficou momentaneamente contido. Porém, antes que os agentes conseguissem realizar a algemação, o indivíduo lançou-se para o outro lado do muro, vindo a cair ao solo.
Em razão da queda e da necessidade de manutenção da contenção, foi necessária a reenergização do dispositivo Taser, possibilitando nova contenção do indivíduo e, posteriormente, sua algemação.
Diante dos fatos, um dos agentes deu voz de prisão ao homem. Posteriormente, o suspeito foi encaminhado à Casa de Caridade Leopoldinense, onde foi submetido a avaliação médica para a constatação de eventuais lesões decorrentes da queda, bem como à realização de exame de corpo de delito.
Por fim, o autor foi apresentado à autoridade policial competente para as providências legais cabíveis, em razão do cumprimento do mandado de prisão em seu desfavor.
A ocorrência foi finalizada na Delegacia de Polícia.
Fonte: Departamento de Comunição/GCM